O setor de seguros vai crescer 5,7%. A sua operação está pronta?

O mercado de seguros vai crescer 5,7% em 2026, mas a maioria das seguradoras ainda opera com regras espalhadas em sistemas fragmentados, planilhas e decisões manuais. Veja o que está em jogo.

Seguros
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Abaccus
29.04.2026

O mercado de seguros deve crescer 5,7% em 2026. É o que projeta a Confederação Nacional das Seguradoras, numa aceleração expressiva em relação à expansão de apenas 1,8% registrada em 2025. Número que anima. Mas existe uma pergunta que ninguém está fazendo em voz alta: A operação das seguradoras está preparada para crescer junto?

A resposta honesta é: Depende. E para a maioria, a resposta é não.

Existe um problema estrutural que persiste há anos no setor no Brasil. Regras de negócio espalhadas em múltiplos sistemas. Critérios de aceitação que vivem em planilhas de Excel que só um analista sabe encontrar. Decisões repetitivas que dependem de intervenção humana, mesmo quando os critérios são absolutamente claros. Isso não é operação eficiente. É risco concentrado em processo manual.

Por que seguradoras ainda operam com processos fragmentados?

Não é descuido. É história. As seguradoras cresceram ao longo de décadas acumulando sistemas, áreas e regras de forma orgânica. O resultado é uma colcha de retalhos tecnológica: um sistema para cotação, outro para emissão, outro para sinistros, planilhas para tudo que não coube nos sistemas e pessoas no meio tentando fazer tudo isso conversar.

O problema se manifesta em três frentes que qualquer gestor do setor vai reconhecer:

  • Inconsistência entre canais: O cliente recebe um preço no site, outro no corretor e uma regra diferente no SAC. Não por má-fé, mas porque as regras vivem em lugares diferentes e ninguém atualizou tudo ao mesmo tempo.
  • Dependência crítica de pessoas: Quando o analista que sabe onde está a planilha de critérios de aceitação tira férias, a operação trava. Isso não é gestão. É vulnerabilidade estrutural.
  • Tempo de resposta lento para mudanças: Ajustar critérios de precificação leva semanas porque envolve TI, testes em múltiplos sistemas e validações em cadeia.

Esse cenário limita escala, aumenta risco operacional e corrói a experiência do cliente em todos os pontos de contato.

O que a automação resolve que o sistema legado não consegue

Automação no contexto de seguros não é sobre substituir pessoas. É sobre retirar das pessoas decisões que não deveriam depender delas para começar.

Quando critérios são claros, objetivos e repetitivos, automatizá-los é uma decisão estratégica, não tecnológica. A variabilidade humana em decisões que deveriam ser padronizadas é, na prática, uma fonte constante de retrabalho, inconsistência e reclamação de cliente.

No Brasil, 78% das empresas já investiram em ferramentas de automação de processos de negócios, segundo pesquisa da OTRS Group. O setor de seguros ainda caminha em ritmo mais lento que outros segmentos, e essa defasagem tem preço.

A Abaccus é uma plataforma brasileira que atua exatamente nesse ponto cego do setor. Ela opera com três produtos integrados:

  • Abaccus Pricing: Voltada para automação de precificação com regras centralizadas e versionadas.
  • Abaccus Payouts: Focada em cálculos de liquidação com rastreabilidade e auditoria.
  • Abaccus Insurance: Centraliza regras de subscrição e operação em um motor de decisão único, acessível às áreas de negócio sem depender de TI para cada ajuste.

A proposta central da Abaccus é desacoplar as regras de negócio dos sistemas transacionais. Na prática: Toda a lógica de subscrição e precificação passa a ser definida, versionada e gerenciada em um único lugar, auditável e acessível.

O que acontece quando você centraliza as regras de decisão

Um cliente da Abaccus, uma seguradora brasileira, registrou ganho de 70% em eficiência operacional após centralizar suas regras em um motor de decisão. Mas o número isolado conta menos do que o que mudou na prática.

Dois resultados chamam atenção:

  • Velocidade de implementação: Mudanças em critérios e regras passaram a ser implementadas em horas, não em semanas. A área de negócio ganhou autonomia real para ajustar parâmetros sem abrir chamado para TI.
  • Consistência nas decisões: Preços, critérios de aceitação e regras de atendimento passaram a ser os mesmos em todos os canais, eliminando conflitos, reclamações geradas por inconsistência e necessidade de correções manuais.

Esses dois pontos resolvem algo que vai além da eficiência: Eles atacam a fonte de desconfiança do cliente com a seguradora, que em muitos casos começa antes mesmo do sinistro, na experiência de cotação.

Escala sem consistência não é crescimento. É caos administrado

O setor de seguros está diante de uma janela de expansão real. Mas crescimento sobre uma base operacional fragmentada não é crescimento sustentável. É volume que vai amplificar todos os problemas que já existem.

Cada novo canal de venda que uma seguradora abre sem ter as regras centralizadas é um novo ponto de inconsistência. Cada nova linha de produto lançada sem um motor de decisão estruturado é mais uma planilha que alguém vai precisar manter. Cada pico de demanda sem automação é mais uma fila que vai depender de analista para destravar.

A pergunta que os gestores de seguro deveriam estar fazendo não é "quando vamos crescer?" A pergunta certa é: "Nossa operação está estruturada para crescer sem aumentar proporcionalmente o risco e o retrabalho?"

Se a resposta envolver planilhas, a resposta é não.

Perguntas Frequentes

1. Como a automação de processos em seguradoras reduz erros operacionais na prática?

2. Quais etapas do processo de uma seguradora têm mais a ganhar com automação imediata?

3. Uma seguradora precisa substituir seus sistemas legados para adotar automação de decisão?

4. O que é um BRMS e por que seguradoras deveriam entender esse conceito antes de contratar qualquer solução de automação?

5. Qual a diferença entre um BRMS genérico e um motor de decisão desenvolvido para o mercado de seguros?